Texto Neemias 4, do verso 1 ao cap.5.19- É para leitura semanal.
A reconstrução dos muros de jerusalém foi um trabalho que envolveu toda a população de Judá. Em outras palavras, foram mais de 40 líderes com seus familiáres, servos e amigos. A execulçao desse belo trabalho de equipe comoveu os samaritanos, que desprezam completamente os esforço, inclusive, com zombarias.
Sambalate, Gesem e Tobias, gorvenadores das províncias de Samaria, opositores desde a época da reconstrução do templo, se reuniram para analisar os acontecimentos e tentar impedir a continuidade da obra dos muros. Primeiro, zombam e tentam desanimar o povo, dizendo que até mesmo uma raposa derrubaria os muros.
Comentando o Texto Bíblico
Ação e reação: samaritanos x povo de Deus (Ne 4.1-14)- Enquanto a ação dos samaritanos era abalar e desanimar os judeus, a reação dos israelitas era, apesar da zombaria do inimigo, continuar a fazer a obra com vontade e disposição: "o coraçãodo povo se inclinava a trabalhar"(4.6). Mas, mesmo diante de dificuldades e problemas, o esforço conjunto dos israelitas leva a obra ao seu fim.
A Bíblia é cheia de exemplos vitoriosos de trabalhos coletivos: a construção da arca( que envolveu a família de Noé); a preparação do tabernáculo, no deserto, sob a liderança de Moisés; a reconstrução do templo e dos muros de Jerusalém, na época de Esdras e neemias. Apesarde ambientes adversos, condiçoes precárias, problemas constantes, a união e o espírito de equipe do povo, juntamente com a sábia liderança e a condução do Senhor, tornaram possível o sucesso de todos esses empreendimentos.
Eram exatamente, a união do povo + liderança eficaz + condução de Deus que Tobias desconhecia ao fazer comentario zombeteiro.
A confiança e a sdisposição do povo(Ne 4.15-23)- Decididos a concluit totalmente a obra, os israelitas resolveram previnir-se para que nada prejudicasse o trabalho da reconstrução. Neemias e seus auxiliares, alertados pelos judeus que vinham de fra, se prepararam para um possível ataque samaritano. A estratégia era: enquanto uma parte do povo trabalhava, a outra ficava armada, de sentinela, pronta para a defesa. Os que trabalhavam, com uma das mãos faziam a obra e com a outra seguravam a arma. O povo, revezando-se na obra e na vigília, demonstrava tanto seu envolvimento na obra de reconstrução dos muros como a fé de que nunca seriam vencidos.
Duas lições nos ensina este texto:1- o que Deus espera dos seus servos é confiança e fé, mas, também, atenção para não serem surpeendidos pelo inimigo paralizador; 2- contra os nossos inimiogos, nao devemos ficar só na defensiva, aguardando um possível ataque, mas continuar o trabalho, prosseguindo na obra.
Nova investida do inimigo (Ne 5.1-19) - Até aqui as ciladas dos samaritanos não paralizaram a obra, poiso povo estava unido e se dispunha ao trabalho. mas uma novo ameaça se aproxima: entre o povo, a inveja dos pobre e o descaso dos ricos vão trazer empecilhos à reconstruçao dos muros. Quando o inimigo não derruba com ciladas externas, ele suscita problemas internos. Quando nao consegue destruir a coletividade (seja igreja, família, etc) arma ciladas individuais. Era isso que acontecia com o povo de Israel. Os pobres da terra viram o sustento das suas famílias prejudicado, pois os ricos exploravam com emprestimos e exigencias descabidas. Aparentemente, todos se igualavem na obra, mas enquanto uns cresciam em poder, outros se viam cada vez mais empobrecidos.
Um comentário:
cara seu nome e igual o meu você e de onde ?
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